Do Rajastao para Rishikesh!

O Rajastao ‘e um estado ao noroeste da India que contem uma cultura muito forte. Grande parte da nossa imaginacao sobre o pais sae dali. Entre as mulheres estao os saris coloridissimos e argolas largas no nariz; com os homens seus turbantes de cores vibrantes que identificam casta, religiao, alem de diversas outras tradicoes, que pertencem. As cores variam entre branco, rosa-pink, amarelo florecente, laranjado e colorido. O mesmo ocorre com os saris.

No Rajastao passamos por Udaipur, cidade com um lindo lago no centro juntamente com o imponente Palacio do Maraja. Passamos varios dias largados nos cafes e curtindo a beleza do lago nos finais de tarde no terraco de um gostoso restaurante.

Palacio do maraja!

Vista do restaurante!

Udaipur

De la seguimos para Jodpur, a cidade azul aos arredores de um imponente forte e de mais outro palacio de um maraja. Sujeira, buzinas e vacas faziam parte do cenario. O calor estava perto dos 40 graus e eu nao aguentava mais a bagunca da India. Comemoramos nosso aniversario de casamento ao mesmo tempo que comemoramos a Pascoa. Haviamos resolvido seguir a quarentena, entao no dia 04 aproveitei para degustar meu primeiro pedaco de carne e tomar uma cerveja. O Gui preferiu manter-se sem carne e alcool ate sairmos da India.

Vista para o Forte

Palacio de outro maraja!

Quer comprar saris?

Jodpur - cidade azul!

No Forte!

Assistimos um filme maravilhoso de bollywood no cinema e deu ate para chorar. Como os filmes sao longos, depois de uma hora e meia tem intervalo e deu para aproveitar e espichar as pernas. Quero tentar baixar o filme pela internet quando voltar ao Brasil e ver de novo. Uma historia de amor daquelas dos tempos de nosso avos. Achei muito bonito ver como os indianos tem ainda um coracao ingenuo e pouco moderno, pena que alguns filmes de bollywood ja estao se contaminando e a nova geracao de jovens indianos estao ficando bem mais ocidentalizados.

Historia de amor!

De Jodpur resolvemos encarar Jaisalmer, a cidade ao lado do deserto Thar, mesmo sabendo do calor infernal que fazia. Foi uma otima decisao. Pois conseguimos encontrar um hotel baratissimo com piscina para passarmos o dia na agua e emendarmos um passeio no deserto. Conhecemos um casal portugues que estava fazendo a India de moto (que inveja!), foram nossas companhias por alguns dias. Conversavamos ao modo bem latino, dando para matar a saudades de casa, eles eram muito legais. Como nunca tinha estado no deserto e nem andado de camelo, estava curiosa de como seria a experiencia. Um casal ingles bem sem graca nos acompanhou.

O passeio de camelo foi ultra desconfortavel como todo mundo dizia, nao consigo entender porque os camelos andam daquele jeito tao insuportavel, podia ser tao legal! Como um cavalo, por exemplo, mas nao, dependendo das horas de passeio, voce pode passar alguns dias lembrando do camelo. Como estava num dia muito bom comigo, procurei me entregar ao ritmo do camelo e consegui ate meditar em alguns periodos.

Final de tarde chegou, o calor foi embora e fomos encontrar um lugar para dormir. A noite o guia fez uma comida bem gostosa e jantamos ao redor da fogueira. O sol estava estrelado e o silencio do deserto era fascinante. Para mim o deserto proporciona (nas horas de pouco calor)  um contato com Deus e  uma astmosfera sagrada que poucos lugares possuem. O silencio, o cenario todo igual, a distancia da areia e do ceu reduzida (pelo menos parece…) dao uma sensacao de que se existe um simbolo do purgatorio na terra, acho que ‘e o deserto. A sensacao ‘e de que so existe voce e Deus, cara a cara, prontos para dialogar. Amei!

Seguimos para Jairpur, somente para nao irmos direto para Delli, enfrentando muitas horas de trem. Conhecemos um local construido por mais um maraja com varios aparelhos de medicao astrologica. Ele adorava astrologia e os aparelhos eram capazes de dizer a hora do dia com precisao. Aproveitei para tirar foto do Grande Signo do Zodiaco.  Descansamos, passeamos, e a noite embarcamos para Haridwar, ao lado de Rishikesh, unica forma de chegar ate la. Estava muito empolgada, pois encontraria minha amiga Marlinda holandesa que estava me esperando e depois seguiria finalmente para o ashram que praticamente desde que comecei a viajem sonhava.

Jairpur - aparelhos de medicao astrologica.

Cena comum!

A chegada em Haridwar foi horrivel. A viagem que seria de 10 horas, foi de 15 e nos estavamos na ultima poltrona do onibus, quase nem mexia rsrs… Pegamos um transito infernal para entrar na cidade pois estava tendo o Kumba Mela, um festival importantissimo para os indianos, que ocorre a cada 4 anos, mas a cada 12, ‘e sagradissimo. Nos chegamos no dos 12 anos! Haviam 15 milhoes de pessoas na cidade, voces conseguem imaginar o que ‘e isso numa cidade minuscula? Por favor, parem um segundo e tentem. Eu nao conseguia ate ver com meus proprios olhos.

Chegada em Haridwar!

Nas ruas de Rishikesh!

Ponte para o ashram!

Yogis!

Sol, acampamentos para todos os lados e mar de pessoas compunham o cenario. Depois de muitas horas conseguimos uma bicicleta que nos levasse ate a estacao de onibus para Rishikesh a 30 min dali. Desembarcamos so depois de 4 h. Na chegada pilhas de pessoas tentavam descer do onibus e outras pilhas subir, resultado? Briga, acabei tendo que sair pela janela do motorista para nao levar um soco. Relembrando, nos saimos de Jairpur nove da noite e sete horas tambem da noite estavamos descendo em Rishikesh. Eu queria gritar e explodir pelo menos 800 milhoes de indianos, eu queria explodir todos os autorikshas, eu queria desaparecer com todas aquelas pessoas e queimar todas as buzinas dos carros numa grande fogueira… Me controlava para nao parecer uma louca varrida e comecar a gritar descontroladamente. Estava com fome (tinhamos tido uma parada para comer as sete da manha), cansada, suada, suja, fedida, grudenta e muito irritada. Acabamos num quarto de hotel luxuoso ao nosso padrao, com ar condicionado e edredon macio, sala de estar e banheira. Aos poucos fui voltando ao normal, principalmente depois de comer um pratao de chicken curry com gosto de comida de mae.

No dia seguinte combinamos de encontrar a Marlinda, saimos caminhando ate o Freedom Cafe, mas como nao sabiamos direito onde era e os indianos nunca admitem nao saber uma informacao, nos mandaram para outro lado. Fim das contas, olhei para o Gui e disse: “vou voltar para o hotel, manda um abraco para Marlinda!” Nao conseguia mais caminhar por aquelas ruas entupidas de pessoas, buzinas e autorikshas barulhentos, exalando gasolina queimada.

Grande Marlinda!

Acabei num lugar de massagem ao lado do hotel me informando sobre os horarios-precos e engatei uma conversa com uma inglesa, que tambem estava tentando ver como funcionava. Nao me lembro o que ela me perguntou, mas comecei a chorar dizendo: “ nao aguento mais a India!”  Ela foi muito legal e acabou me acompanhando novamente no meu chicken curry no hotel. Depois se juntou a nos, um casal (ela argentina e ele polones) e eu e a argentina engatamos uma longa discussao, pois ela era ateia e dizia que gostava de Buda porque ele tambem era ateu. Essa ‘e a pior ignorancia que um ignorante pode dizer. Buda nunca disse que depois do silencio da mente nao havia nada, ele so nao chamou de Deus, mas deixou bem claro que havia uma coisa belissima logo apos e que era a natureza de todas as coisas vivas… Bom, discussao vai e vem, meus olhos sao tapados e advinhem quem era? A Marlinda!!! O Gui continuou o bate papo com o casal enquanto eu e a Marlinda falavamos sem parar. Ela que tambem estava fazendo uma viagem de um ano, e queria viajar pelo resto da vida, muito mais ate do que eu, enfrentou os mesmos sintomas de stress absoluto na India e pensou seriamente em voltar para casa. Foi so no ashram em Rishikesh que ela se recuperou, mas ao sair se deparou com os milhares de devotos do KumbaMella e perdeu toda paz adquirida. Resultado? Estava voltando para o ashram junto comigo. Me preparava para me despedir do Gui, pois dia seguinte seguiria com Marlinda. Era a primeira vez dentro da viagem que eu e o Gui nos separariamos. Como estava ainda bem estressada, nao sabia direito mais porque estava fazendo aquilo, mas sabia que tinha que ir!

O Rajastao ‘e um estado ao noroeste da India que contem uma cultura muito forte. Grande parte da nossa imaginacao sobre o pais sae dali. Entre as mulheres estao os saris coloridissimos e argolas largas no nariz; com os homens seus turbantes de cores vibrantes que identificam casta, religiao, alem de diversas outras tradicoes, que pertencem. As cores variam entre branco, rosa-pink, amarelo florecente, laranjado e colorido. O mesmo ocorre com os saris.

No Rajastao passamos por Udaipur, cidade com um lindo lago no centro juntamente com o imponente Palacio do Maraja. Passamos varios dias largados nos cafes e curtindo a beleza do lago nos finais de tarde no terraco de um gostoso restaurante.

De la seguimos para Jodpur, a cidade azul aos arredores de um imponente forte e de mais outro palacio de um maraja. Sujeira, buzinas e vacas faziam parte do cenario. O calor estava perto dos 40 graus e eu nao aguentava mais a bagunca da India. Comemoramos nosso aniversario de casamento ao mesmo tempo que comemoramos a Pascoa. Haviamos resolvido seguir a quarentena, entao no dia 04 aproveitei para degustar meu primeiro pedaco de carne e tomar uma cerveja. O Gui preferiu manter-se sem carne e alcool ate sairmos da India.

Assistimos um filme maravilhoso de bollywood no cinema e deu ate para chorar. Como os filmes sao longos, depois de uma hora e meia tem intervalo e deu para aproveitar e espichar as pernas. Quero tentar baixar o filme pela internet quando voltar ao Brasil e ver de novo. Uma historia de amor daquelas dos tempos de nosso avos. Achei muito bonito ver como os indianos tem ainda um coracao ingenuo e pouco moderno, pena que alguns filmes de bollywood ja estao se contaminando e a nova geracao de jovens indianos estao ficando bem mais ocidentalizados.

De Jodpur resolvemos encarar Jaisalmer, a cidade ao lado do deserto Thar, mesmo sabendo do calor infernal que fazia. Foi uma otima decisao. Pois conseguimos encontrar um hotel baratissimo com piscina para passarmos o dia na agua e emendarmos um passeio no deserto. Conhecemos um casal portugues que estava fazendo a India de moto (que inveja!), foram nossas companhias por alguns dias. Conversavamos ao modo bem latino, dando para matar a saudades de casa, eles eram muito legais. Como nunca tinha estado no deserto e nem andado de camelo, estava curiosa de como seria a experiencia. Um casal ingles bem sem graca nos acompanhou.

O passeio de camelo foi ultra desconfortavel como todo mundo dizia, nao consigo entender porque os camelos andam daquele jeito tao insuportavel, podia ser tao legal! Como um cavalo, por exemplo, mas nao, dependendo das horas de passeio, voce pode passar alguns dias lembrando do camelo. Como estava num dia muito bom comigo, procurei me entregar ao ritmo do camelo e consegui ate meditar em alguns periodos.

Final de tarde chegou, o calor foi embora e fomos encontrar um lugar para dormir. A noite o guia fez uma comida bem gostosa e jantamos ao redor da fogueira. O sol estava estrelado e o silencio do deserto era fascinante. Para mim o deserto proporciona (nas horas de pouco calor)  um contato com Deus e  uma astmosfera sagrada que poucos lugares possuem. O silencio, o cenario todo igual, a distancia da areia e do ceu reduzida (pelo menos parece…) dao uma sensacao de que se existe um simbolo do purgatorio na terra, acho que ‘e o deserto. A sensacao ‘e de que so existe voce e Deus, cara a cara, prontos para dialogar. Amei!

Seguimos para Jairpur, somente para nao irmos direto para Delli, enfrentando muitas horas de trem. Descansamos, passeamos, e a noite embarcamos para Haridwar, ao lado de Rishikesh, unica forma de chegar ate la. Estava muito empolgada, pois encontraria minha amiga Marlinda holandesa que estava me esperando e depois seguiria finalmente para o ashram que praticamente desde que comecei a viajem sonhava.

A chegada em Haridwar foi horrivel. A viagem que seria de 10 horas, foi de 15 e nos estavamos na ultima poltrona do onibus, quase nem mexia rsrs… Pegamos um transito infernal para entrar na cidade pois estava tendo o Kumba Mela, um festival importantissimo para os indianos, que ocorre a cada 4 anos, mas a cada 12, ‘e sagradissimo. Nos chegamos no dos 12 anos! Haviam 15 milhoes de pessoas na cidade, voces conseguem imaginar o que ‘e isso numa cidade minuscula? Por favor, parem um segundo e tentem. Eu nao conseguia ate ver com meus proprios olhos.

Sol, acampamentos para todos os lados e mar de pessoas compunham o cenario. Depois de muitas horas conseguimos uma bicicleta que nos levasse ate a estacao de onibus para Rishikesh a 30 min dali. Desembarcamos so depois de 4 h. Na chegada pilhas de pessoas tentavam descer do onibus e outras pilhas subir, resultado? Briga, acabei tendo que sair pela janela do motorista para nao levar um soco. Relembrando, nos saimos de Jairpur nove da noite e sete horas tambem da noite estavamos descendo em Rishikesh. Eu queria gritar e explodir pelo menos 800 milhoes de indianos, eu queria explodir todos os autorikshas, eu queria desaparecer com todas aquelas pessoas e queimar todas as buzinas dos carros numa grande fogueira… Me controlava para nao parecer uma louca varrida e comecar a gritar descontroladamente. Estava com fome (tinhamos tido uma parada para comer as sete da manha), cansada, suada, suja, fedida, grudenta e muito irritada. Acabamos num quarto de hotel luxuoso ao nosso padrao, com ar condicionado e edredon macio, sala de estar e banheira. Aos poucos fui voltando ao normal, principalmente depois de comer um pratao de chicken curry com gosto de comida de mae.

No dia seguinte combinamos de encontrar a Marlinda, saimos caminhando ate o Freedom Cafe, mas como nao sabiamos direito onde era e os indianos nunca admitem nao saber uma informacao, nos mandaram para outro lado. Fim das contas, olhei para o Gui e disse: “vou voltar para o hotel, manda um abraco para Marlinda!” Nao conseguia mais caminhar por aquelas ruas entupidas de pessoas, buzinas e autorikshas barulhentos, exalando gasolina queimada.

Acabei num lugar de massagem ao lado do hotel me informando sobre os horarios-precos e engatei uma conversa com uma inglesa, que tambem estava tentando ver como funcionava. Nao me lembro o que ela me perguntou, mas comecei a chorar dizendo: “ nao aguento mais a India!”  Ela foi muito legal e acabou me acompanhando novamente no meu chicken curry no hotel. Depois se juntou a nos, um casal (ela argentina e ele polones) e eu e a argentina engatamos uma longa discussao, pois ela era ateia e dizia que gostava de Buda porque ele tambem era ateu. Essa ‘e a pior ignorancia que um ignorante pode dizer. Buda nunca disse que depois do silencio da mente nao havia nada, ele so nao chamou de Deus, mas deixou bem claro que havia uma coisa belissima logo apos e que era a natureza de todas as coisas vivas… Bom, discussao vai e vem, meus olhos sao tapados e advinhem quem era? A Marlinda!!! O Gui continuou o bate papo com o casal enquanto eu e a Marlinda falavamos sem parar. Ela que tambem estava fazendo uma viagem de um ano, e queria viajar pelo resto da vida, muito mais ate do que eu, enfrentou os mesmos sintomas de stress absoluto na India e pensou seriamente em voltar para casa. Foi so no ashram em Rishikesh que ela se recuperou, mas ao sair se deparou com os milhares de devotos do KumbaMella e perdeu toda paz adquirida. Resultado? Estava voltando para o ashram junto comigo. Me preparava para me despedir do Gui, pois dia seguinte seguiria com Marlinda. Era a primeira vez dentro da viagem que eu e o Gui nos separariamos. Como estava ainda bem estressada, nao sabia direito mais porque estava fazendo aquilo, mas sabia que tinha que ir!

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7 comentários em “Do Rajastao para Rishikesh!

  1. …”O silencio, o cenario todo igual, a distancia da areia e do ceu reduzida (pelo menos parece…) dao uma sensacao de que se existe um simbolo do purgatorio na terra, acho que ‘e o deserto. A sensacao ‘e de que so existe voce e Deus, cara a cara, prontos para dialogar. Amei!”… te digo sò que me fez chorar…

  2. Bibi
    Voce no deserto: […]”A sensacao ‘e de que so existe voce e Deus, cara a cara, prontos para dialogar. Amei!”[…] ler isso me transportou para seu coração inquieto e tentei sentir sua plenitude e paz.
    Te amo filha
    … ah, logo logo nos veremos…

  3. Bibi,amada,

    Vc está com uma cara tão feliz, tão entregue a toda esta experiência que vc traduz tão bem…

    Que privilégio imenso ser sua amiga!

    Saudades sem tradução. Não vejo a hora de te dar um abraço.

    Te amo.

    Jami

  4. Ai amiga, até cheguei a ver no youtube o trailer desse filme, olha só:

    To curiosa pra saber depois que vc se separou do Gui o que vc viu de interessante!!!
    Fui levar o Helio na rodoviária pra ele ir pra Sampa pra ver os negócios do mestrado e ele comprou o Golden ao inves do leito e ficamos preocupados se ele conseguiria dormir, hahahhahaha, lendo as aventuras de voces eu vejo que ridículo me preocupar assim. Viu como a gente tá acostumada com o conforto, ne?

    Beijos amiga, quando vc volta???

    SAUDADES!!

    • Ai que massa, vc achou. Vamos ver junto na tua casa na tv boa.
      Amiga, ta ai o que aconteceu depois que me separei, vida de ashram.

      Hahaha, essa do Golden foi demais, ate eu lembro de achar desconfortavel o convencional, hahha agora tudo isso ‘e primeira classe!!!
      Saudades demais amiga!!!!
      Bjao

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